setembro 22, 2017

Moldes – Flâmula Macaquinho – Kakal

Moldes – Flâmula Macaquinho – Kakal                        
setembro 22, 2017

Moldes – Almofada Africana – Michelle Flohr

Moldes – Almofada Africana – Michelle Flohr                    
setembro 21, 2017

Moldes – Joaninha em feltro – Kelly Casprov

Moldes – Joaninha em feltro – Kelly Casprov                  
setembro 19, 2017

Moldes – Porta talher natalino – Ray Schürhaus

Moldes – Porta talher natalino – Ray Schürhaus                      
setembro 18, 2017

Moldes – Relógio de Abelha – Fátima Lourenço

Moldes – Relógio de Abelha – Fátima Lourenço                
setembro 18, 2017

Moldes – Mini Cachepot de suculentas e flores – Dani Carreiro

Moldes – Mini Cachepot de suculentas e flores – Dani Carreiro                
setembro 18, 2017

Moldes – Rena para árvore de Natal – Kakal

Moldes – Rena para árvore de Natal – Kakal                
setembro 15, 2017

Moldes – Botinha de Natal – Michele Flohr

Moldes – Botinha de Natal – Michele Flohr                
setembro 15, 2017

Moldes – Ovelhinha dorminhoca – Kelly Casprov

Moldes – Ovelhinha dorminhoca – Kelly Casprov              
setembro 13, 2017

Moldes – Botinha de Natal – Adriana Lacerda

Moldes – Botinha de Natal – Adriana Lacerda                
março 17, 2015

Família ligada ao artesanato, filha artista do feltro!

De uma família sempre muito ligada ao artesanato saiu a talentosa artista Edilmara Santiago. Uma história de sucesso com o feltro, que também pode ser a sua! Venho de uma família muito ligada ao artesanato. Minha Mãe costura desde criança, quando fazia seus vestidos à mão. Minha irmã Edylma era uma artista plástica talentosíssima. Pintava quadros, costurava, esculpia, artesanava….rsrs. Hoje com certeza está enfeitando o Céu com seus lindos estandartes de santos. Ainda pequena eu desenhava e vendia meus desenhos e dobraduras na escola, hehehehe. Acreditam que alguns coleguinhas compravam? Eu imediatamente usava essas moedinhas na cantina da Dona Rita, comprando trenzinhos de balas com caras de bichinhos (quem se lembra desses trenzinhos?). Casei e tive filhos muito jovem, e pra ganhar algum dinheiro comecei a fazer saches de parafina (horrorosos, diga-se de passagem ,rs ) e leques japoneses de parede com papel cartão e cana da índia. Nossa, isso aqui está uma “viagem ao túnel do tempo”. Depois passei para a confecção de bijuterias, cestaria de jornal, biscuit, saboaria artesanal. Com a agulha eu não tinha absolutamente nenhuma intimidade. Nem bainha, nem pregar botão, nada de costura. Há uns 10 anos atrás eu era uma negação completa nesse ramo. […]